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VITA MIA
A Integração do Núcleo na Sociedade

No tocante à sua economia, o Núcleo Barão de Jundiaí conheceu, a princípio, uma agricultura de subsistência que constituiu o sustentáculo principal de suas atividades econômicas, vindo a comercialização das sobras (origem do comércio ambulante), apenas como um complemento, destinado a melhorar o dia-a dia do colono e de sua família.

Durante a pimeira metade do século XX, desenvolveu-se nele a agricultura dentro de uma ótica de produção comercializada e não de uma produção para o auto-consumo. A agricultura de subsistência passou a ser um aspecto secundário e subsidiário de sua produção.

Entre a agricultura de carater comercial que se impôs e a agricultura de subsistência, desenvolveu-se um setor de prestação de serviços, vinculado ao comércio ambulante, destacando-se principalmente a figura do leiteiro, da verdureira e do carroceiro. Em todas as atividades econômicas, o trabalho familiar teve uma presença marcante e essencial.

O Núcleo Colonial Barão de Jundiaí integrou-se num plano mais amplo. Através de sua economia, relacionou-se intensamente com a cidade e ampliou os seus contatos comerciais com a capital. Teve ainda disponibilidade de mão-de-obra considerável que, constantemente, era absorvida pelas ferrovias e indústrias de Jundiaí.



Octávio Balestrim, 30 Setembro, 1988.



Interior da Casa Octávio Balestrin, 30 Setembro 1988.



Octávio Balestrin, 30 Setembro 1988.



 
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